quinta-feira, 22 de outubro de 2015

POEMA AMOR SAUDOSO



AMOR SAUDOSO 
 
Amado ditoso
Poeta inspirado
Amor saudoso
Olhar apaixonado
Desejo pecaminoso
Pensamento doirado,
Requinte melodioso
Porte de namorado
Amor saudoso
Profundo amado
Sente-se ditoso
Por ser venerado
Coração zeloso
Moderno atinado
Terno e cioso
Vivaz e apaziguado
Amor saudoso.
 
Daniel Costa

sábado, 17 de outubro de 2015

POEMA ANJO DO OTIMISMO





ANJO DO OTIMISMO
 
Apelo de intimismo
Fazendo jus ao desejo
Anjo do otimismo
Benesses almejo
Vivo nesse quimismo
Em jeito de solfejo
Onda de academismo
Intermitente som de realejo
Provocando animismo
Isento de pestanejo
Sempre com dinamismo
Química de sertanejo
Postura de atletismo
Singrando como em brejo
Anjo do otimismo
À tua divindade cantarejo
Seguindo com estoicismo
Fazendo da vida gracejo
Amor de mediatismo
Incólume - Prevejo
Anjo do otimismo.
 
Daniel Costa

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

POEMA QUANDO FUI DA CIVIL CONSTRUÇÃO




QUANDO FUI DA CIVIL CONSTRUÇÃO
 
Digo e redigo, sou filho varão
Talvez bastante industrioso
Quando fui da civil construção
Era bem novo, quiçá laborioso
Por me sentir em coo produção
Ou sentia apenas gosto saboroso
Adolescente, interagi em electrificação
Do meu rincão sempre atencioso
Depois trabalhei nas obras, nova função
Em edifícios, sempre buliçoso
Participar em concerto de estrada foi ocasião
 Trabalho rural, onde fui esperançoso
Procurei não precisar de procuração
Para o meu sentir ambicioso
Muito menos frustração
 Sentir de júbilo radioso
Quando fui da civil construção.
 
Daniel Costa
 
 


 


 

sábado, 3 de outubro de 2015

POEMA QUANDO FUI GUERRILHEIRO




QUANDO FUI GUERRILHEIRO
 
Embarquei em Janeiro
Para imposta aventura
Quando fui guerrilheiro
Pareceu sorte, postura
A guerra seria mealheiro
Via nesse, glória e fartura
Pagela, arte de cavaleiro
Metralha na contextura
De Peniche, não penicheiro
Nunca estive lá, em má altura
Quando fui guerrilheiro
Esqueci a agricultura
Adreguei ser cavaleiro
Num sertão de mata pura
Nambuangongo brejeiro
Regressos sem agrura
Terminei a ser mor rancheiro
Nomeado, doçura
Em posto fronteiro
Feliz conjuntura
Quando fui guerrilheiro.
 
Daniel Costa

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

POEMA QUANDO FUI HORTELÃO




QUANDO FUI HORTELÃO
 
Como se empunhasse o violão
Construir uma horta adreguei
Quando fui hortelão
Ousei e me empolguei
Dezassete anos era o escalão
Na clandestinidade reguei
Temendo perseguição
Porém, o restolho saneei
Dezassete anos, eis a lição,
Do querer, que quantifiquei
Horas de lazer, que chapelão!
Depois da jorna que saquei
Que sempre foi bengalão
 Dirão duro, mas pontifiquei
Verdes produtos me davam razão
Aconteceu que verifiquei
Ter subido no escalão
 Segredo desvendado, com jóquei
E orfeão na tasca do João
Me emancipando ganhei,
Quando fui hortelão.
 
Daniel Costa
 

sábado, 12 de setembro de 2015

NOTA DO AUTOR


 

Nota do autor
A poesia está em tudo, como na horta que criei aos 17 anos, em que as plantas comungavam do meu sentir poético-optimista, revelada com a sua permanente verdura viçosa como a sorrir para mim.
Daniel Costa
 

terça-feira, 8 de setembro de 2015

INICIO

INICIO