sábado, 3 de outubro de 2015

POEMA QUANDO FUI GUERRILHEIRO




QUANDO FUI GUERRILHEIRO
 
Embarquei em Janeiro
Para imposta aventura
Quando fui guerrilheiro
Pareceu sorte, postura
A guerra seria mealheiro
Via nesse, glória e fartura
Pagela, arte de cavaleiro
Metralha na contextura
De Peniche, não penicheiro
Nunca estive lá, em má altura
Quando fui guerrilheiro
Esqueci a agricultura
Adreguei ser cavaleiro
Num sertão de mata pura
Nambuangongo brejeiro
Regressos sem agrura
Terminei a ser mor rancheiro
Nomeado, doçura
Em posto fronteiro
Feliz conjuntura
Quando fui guerrilheiro.
 
Daniel Costa

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

POEMA QUANDO FUI HORTELÃO




QUANDO FUI HORTELÃO
 
Como se empunhasse o violão
Construir uma horta adreguei
Quando fui hortelão
Ousei e me empolguei
Dezassete anos era o escalão
Na clandestinidade reguei
Temendo perseguição
Porém, o restolho saneei
Dezassete anos, eis a lição,
Do querer, que quantifiquei
Horas de lazer, que chapelão!
Depois da jorna que saquei
Que sempre foi bengalão
 Dirão duro, mas pontifiquei
Verdes produtos me davam razão
Aconteceu que verifiquei
Ter subido no escalão
 Segredo desvendado, com jóquei
E orfeão na tasca do João
Me emancipando ganhei,
Quando fui hortelão.
 
Daniel Costa
 

sábado, 12 de setembro de 2015

NOTA DO AUTOR


 

Nota do autor
A poesia está em tudo, como na horta que criei aos 17 anos, em que as plantas comungavam do meu sentir poético-optimista, revelada com a sua permanente verdura viçosa como a sorrir para mim.
Daniel Costa
 

terça-feira, 8 de setembro de 2015

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quinta-feira, 20 de março de 2014

EU E VOCÊ - POEMAS - IMPRESSO E EM PODER DO AUTOR



O LIVRO - EU E VOCÊ - POEMAS, que como autor de oito livros lançados, no mercado livreiro em cerca de três anos, tenho a veleidade de afirmar estar a  lançar uma pérola da poesia LUSÓFONA.
O livro tem muitas afinidade com o Brasil. Com o preço de 12.90 €uros, este pode ser pedido, com morada para: dan.costa@zonmil.pt
Em todas as capitais Federais, há banco postal que faz o câmbio e envia o pagamento.
Pode pedir o livro, enviando morada. Depois de o receber enviará o pagamento.
 
Daniel Costa - Escritor Académico da ALAF - Academia de Letras e Artes de Fortaleza, CEARÁ-

domingo, 9 de março de 2014

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

FREFÁCIO

 

PREFÁCIO 
 
Muito me honrou o convite do meu amigo português, escritor e poeta, Daniel Costa,
para fazer o prefácio deste livro sobre o título "EU X VOCÊ ".
Conheci o escritor e poeta através dos seus 16 blogs, no início não tinha a ideia que estava diante de um fenómeno de uma pessoa que tinha renascido depois de ter sofrido um AVC.
Mas com a proximidade, as palavras me fizeram perceber que se tratava de alguém especial.
De um ser humano que tem muitas histórias dentro de uma só vida.
Pude perceber também que além de ser um grande escritor, como poeta me fascina, pela dimensão ao desenvolver dentro de qualquer tema, um poema ardentemente falando de amor.
O livro " EU X VOCÊ " narra poemas de amor, numa transfiguração romântica descrevendo cenas amorosas, em outra Galáxia, abordando sempre os anjos como armas mais eficientes para abençoar o amor com ternura.
Essa perceção do ser humano está presente neste seu livro EU  X  VOCÊ .
Já o titulo fala do poeta, pois eu já tinha uma forte admiração por ele .
E quando vi seu titulo num livro de poemas, tratando na verdade, de uma obra escrita em boa linguagem e dentro dos moldes que faz este escritor português virar brasileiro com muitos gestos de amor e de convivência respeitosa dentro do Brasil. Onde mais de cem poemas, a parecem ajustados, contendo alguns segredos dentro da verdadeira amizade e de gosto pela formação superior, entre idílios no 
contexto poético.
O interessante é notar, que tudo que escreve expõe suas emoções dentro da marca registrada.
como resultado, fica sempre um misto de ficção e realidade, com uma doce e generosa homenagem às mulheres, do qual sempre compartilhou o seu amor no dia a dia. 
Então esta obra do poeta Daniel Costa urge, seus poemas que falam de tudo; é maravilhoso sentir nos seus versos, a rima que expressa e deixa a compreensão que só alguém voltado para as questões internas, fala tanto de amor.
Como escritor  é capaz de criar e fazer literatura com um grande conteúdo.
E nessa transfiguração romântica, o poeta Daniel Costa explorou em contradições ao seu país (Portugal) para dar abertura à alma brasileira.
E, apesar disso, contradizendo minhas próprias palavras, o livro só poderia ser escrito por alguém como ele, de alma profundamente apaixonado pela vida.
E, que pode ser lido e interessar ao leitor de qualquer estágio amoroso.
Ter este livro é como... É melhor que não fale.
Vale ler para conferir.
                                                                                                   
Severa Cabral  (escritora )