sexta-feira, 24 de agosto de 2012

POEMA AMOR VIVIDO

 
AMOR VIVIDO
Há amor dividido
O amor pela humanidade
Porém temos o amor de perto vivido
Amor de verdade
Com bonito e íntimo sentido
Amor de apelo diferente
Poderá ser diferido
Cogitava no meu sonho remanescente
Eis que o meu anjo me pegou compungido
Fez-me voar em sentido diferente
 Noutro sentido
De repente noutra galáxia reluzente
Amor vivido
Voava num bonito cavalo alado, diferente
Voava entre nuvens e estrelas, senti um vagido
Uma estrela brilhava, parecia contente
A cintilar de amor convidativo
Seria mais a oriente
Parecia preconizar amor a sós, unido
Sonho diferente
Sem nada dizer, conduziu-me nesse sentido
Senti que estava a sós com a minha amada de sempre
Oh... que hino vivido!...
O encantamento acabou de repente
A viagem fazia sentido
Acabou num sonho com uma bonita estrela reluzente
Com uma grande comoção em grunhido
Amor… amor… amor sentido
Daniel Costa
Foto gentilmente, cedida por Severa Cabral escritora

domingo, 19 de agosto de 2012

POEMA À BEIRA DO ABISMO



 

AMOR À BEIRA DO ABISMO
Não sonhei com o xintoísmo
No sonho via-me e intuía
Amor à beira do abismo
Os sonhos podem iludir,
Iludir de fascinação e lirismo
No meu mundo dos sonhos aconteceu
Num repente, desapareceu o abismo
Apareceu-me uma linda amazona
Pareceu realismo
O meu coração, descompassado bateu
Oh! Mundo de sonho e de idealismo!
Ao mesmo tempo um anjo,
Uma mulher, envolta numa flor, que altruísmo!
Me alou, me elevou à galáxia sereneia
Sempre fiéis conduziam-me ao país olianismo
Já se vê, os mesmos corcéis!
Estacaram num espaço verde, com altruísmo
A mesma amazona, ali evoluía
O amor voltou a fervilhar com todo o sentimentalismo
A mesma flor, num sinal de amor
Pareceu acenar, como que a questionar: agora onde vês o abismo?
Se te apraz, volta ao teu sonho
Fica a amar a linda a amazona, sem lirismo
Repara, no verde e na flor
Os deuses, te premiaram com um amor, a tua fé no realismo
Amar sempre, é vertente!
É missão de amor sem fanatismo
Daniel Costa

terça-feira, 14 de agosto de 2012

POEMA ESTRANHA LOUCURA


 

 

ESTRANHA LOUCURA
Quem vive no amor, na brandura
Por vezes, os deuses
Concedem estranha loucura
No meu mundo dos sonhos
Um anjo parece já velar com ternura
Num sonho, vislumbrava o firmamento
Estranha loucura
Se apossara de mim naquele momento
O anjo se apresentou com sua doçura
Fez-me elevar ao éter
 Num ápice, voava numa galera, pareceu cor de verdura
Dois póneis galhardos e luzidios
Voando na galáxia a conduziam com bravura
A certa altura, o que parecia um sabiá
Assobiou para chamar a atenção para uma cena
Como já vira numa sessão,
Os póneis, parecendo, sem comandos estacaram então
Uma bonita gaiata, dava vida à verbena
Apreciar foi meu condão
Foi sonho colorido, como em tela de cinema
Não mais a esquecerei
Jamais olvidarei a cena
Para sempre amarei a gaiata
Estranha loucura
Abruptamente o sonho findou
Numa doce gosto, uma cura
O amor que enobrece germinou
Estranha loucura!...
Daniel Costa

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

POEMA VERDADES




 
VERDADES
Sem sombras de vaidades
Amo uma vida de paixão
Adoro o amor construído de verdades
Concretamente, direi: sempre vivi apaixonado
Vivo de amor e amizades
O positivismo dedicado à vida
Despertou os deuses das verdades
Elevaram-me a uma segunda encarnação
Porque detestei sempre climas de malvadez
Um anjo me apareceu em sonhos
Fez-me voar ao infinito, onde os amores são de todas as idades
Num repente lá estava eu deslizando entre nuvens
Avistava amores de verdades
Com breves passagens no vácuo
Onde avistava flores de fertilidades
Mundos sem clamores de dores
Jardins de afinidades
Voavam os corcéis, sempre fiéis
Desceram no país tonalidades
Para ver amores íntegros e integrais
Apenas verdades
Sombras jamais
Salutares amores e amizades
Que privilégio, meu amor!
Para depois acordar a sentir os desejosos de trair verdades
Se me é permitido, o que os meus sentidos viram
Inconscientes talvez, foram amores e verdades
Devemos lutar para que em toda a terra, amores,
Só apenas de verdadeiras lealdades
Pugnemos, os fiéis, demos exemplos
Por amores e verdades
Daniel Costa

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

POEMA TANTO TEMPO




 
TANTO TEMPO
Sonho ou evento?
Exemplo de forma de vida, talvez
Tanto tempo
Se sente de forma indefinida
A imaginação em delírio de espavento
Acto de sonhar, como se tivesse a realizar?
Num repente eu era elemento
Como um ser alado,
Voando entre nuvens e no tempo
Assim me movia em galáxia diferente
Olhando via harmonia e não tormento
Sempre alado, acordado parecia:
Tanto tempo!
Regressei, deveras acordado, que vi?
Extrema corrupção em monumento
Grande despautério
Tinha-se passado tanto tempo.
 A parecerem, anos-.luz,
Um momento!...
Os pobres a pagarem,
A sustentarem os ricos, com sua suas vidas de tormento
A pagarem para que se fizesse justiça
Com tanto tempo?
Para quem tão mal faz,
Quem só para o mal tem certa espécie de talento
No planeta terra, instalou-se o caos,
No preceito de quem pode viver num meio fraudulento
A burocracia da justiça aconteceu um dia!
Para a eternidade, por todo o tempo?
Daniel Costa

quarta-feira, 25 de julho de 2012

POEMA INDIFERENCIADO




AMOR INDIFERENCIADO
Basta ser amor alado
Infinitamente distante:
 Eis amor indiferenciado
Numa diferente galáxia
Com uma luneta poderia ser revelado,
Num dos sonhos,
Parecia acordado
Um anjo me fez voar até ao infinito
Na galáxia sereneia, no planeta ramuado
Cavalgando um pónei.
Pónei cheio de genica e alado
Depressa voando
Ao jardim dos amores, soou a namorado!
Sem me dar conta, reparei
Vivia, consumava, um amor sem pecado
O sonho persistia!
Amor indiferenciado!...
Era noutra galáxia
Também devia ser neste globo amado
Este planeta
Conter somente amor e não pecado
Continuava a sonhar
Em estado de letargia, como que acordado
Reapareceu o pónei
Sempre alado
Veio tirar-me do torpor
Do sonho do amor indiferenciado
Fez-me zarpar
Contar a história no mundo do outro lado
Daniel Costa
Foto gentilmente, cedida por Severa Cabral escritora

sexta-feira, 20 de julho de 2012

POEMA LAMBUZAR

            

LAMBUZAR
Continuando a voar
Os deuses concederam-me
O condão de viajar no país Xalavar
Ainda e sempre corcéis me transportavam
Miríades de coloridas borboletas, a lambuzar
Por campos, muitos campos de flores
As borboletas no seu bichanar, pareciam amar
Os corcéis sempre alinhados
No aerbergue com que adregavam voar
Nele o poeta com esse condão
Sem ser notado
Por entre nuvens avistava mais jardins,
Mais jardins, mais borboletas a lambuzar
Continuava o seu périplo pela galáxia Sereneia
Noite de luz, não de luar.
Do planeta secundário
O seu som soava a domar
As flores nos, muitos jardins continuavam
Todo aquele universo, convidava a amar
As borboletas -  no seu vai e vem
Num incessante lambuzar.
O tempo que os deuses me concederam
Estava a terminar
Voava e voltava firme à terra
À terra dos infiéis voltar
Onde são raros o cavalos de raça
Menos, as borboletas a lambuzar
Muitos lambões, há
Faz falta amor, sem nunca acabar
Daniel Costa